O conflito das gerações nas organizações

Estudo revela que um em cada três funcionários admite que sua empresa perde pelo menos 5 horas de trabalho semanais em conflitos entre pessoas de idade diferentes.

Discordâncias como a necessidade da Geração Y de revolucionar o mercado e o receio dos mais velhos a mudanças podem não só afetar o clima corporativo, como também comprometer os resultados de uma empresa. Atualmente 90% das empresas possuem colaboradores de pelo menos três gerações diferentes e admitem não ter nenhuma estratégia para lidar com as diferenças entre as gerações.

A consequência dessa mistura são conflitos de relacionamentos entre a geração Y (13 a 33 anos) e os baby boomers (49 a 67 anos). As principais queixas entre eles são: a falta de experiência anterior, a resistência e a falta de vontade para inovar, a falta de respeito, a falta de disciplina e de foco. Para proporcionar um diálogo eficiente entre as gerações, a empresa precisa estabelecer uma cultura em que as diferenças sejam valorizadas. Instituir um sistema de avaliação de desempenho e até mesmo feedbacks também podem estimular os funcionários a se comunicarem melhor.

Nem todo conflito é ruim. Ter opiniões diversas dentro de uma empresa é algo essencial para que algumas mudanças aconteçam. Por isso, nem todo conflito entre gerações deve ser visto como um problema. “Discordar de algumas coisas é saudável. Ter pontos de vistas diferentes é muito saudável. O gestor tem que saber aproveitar essas divergências para crescer”. 

“É preciso ouvir as opiniões de pessoas de idades diversas. A Geração Y tem a visão do novo, mas não tem maturidade para enxergar o todo como os mais velhos."

Eu que pertenço à geração X, entendo que não há postura certa ou errada, apenas visões e aspirações diferentes. A grande vantagem é a soma de diferentes olhares e ideias conquistando melhores resultados para as empresas.

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